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POLÍCIA

Presidente Alex Redano indica construção de Centro Olímpico completo em Porto Velho

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Com o objetivo de fomentar o esporte e oferecer estrutura adequada para atletas e talentos esportivos de Rondônia, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Alex Redano (Republicanos), apresentou uma indicação ao Poder Executivo solicitando a construção de um Centro Olímpico completo no Município de Porto Velho. A solicitação também se estende à Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (SEJUCEL) e à Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos (SEOSP).

A indicação surge diante da carência de infraestrutura esportiva no Estado, que tem levado diversos atletas a buscar oportunidades em outras regiões do país. Segundo Alex Redano, muitos jovens com potencial competitivo encontram dificuldades para desenvolver suas habilidades por falta de espaços adequados para treinamento e aperfeiçoamento.

“Temos muitos talentos em Rondônia que precisam de um suporte estruturado para crescer no esporte. Sem condições apropriadas, muitos acabam migrando para outros Estados, onde recebem apoio e representam aquelas regiões em competições importantes. Com um Centro Olímpico completo em Porto Velho, poderemos incentivar o desenvolvimento do atletismo, da natação e de outras modalidades, fortalecendo o esporte local e promovendo Rondônia no cenário nacional”, destacou o presidente da Assembleia Legislativa.

A proposta visa garantir espaços modernos e estruturados para a prática esportiva, contribuindo para a formação de novos campeões e para o reconhecimento de Rondônia como um celeiro de talentos. O pedido agora aguarda análise do Governo do Estado e das secretarias envolvidas para avaliação da viabilidade do projeto e da sua inclusão nas futuras execuções orçamentárias.

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Texto: Mateus Andrade | Jornalista
Foto: Rafael Oliveira | Secom ALERO

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POLÍCIA

URGENTE: Adolescente é esfaqueado ao tentar recuperar bicicleta furtada em Porto Velho

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Um adolescente de 16 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio no final da manhã desta quarta-feira (02) na Rua Miguel Ângelo, no bairro Escola de Polícia, zona leste de Porto Velho. O adolescente foi atacado com um golpe de canivete na altura do tórax ao tentar recuperar sua bicicleta, que havia sido furtada.

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De acordo com informações apuradas pela reportagem, o adolescente descobriu que sua bicicleta estava em frente à Escola Flora Calheiros e, acompanhado de alguns amigos, foi até o local para recuperá-la. No entanto, ao chegar lá, um indivíduo saiu de uma casa armado com um canivete e atacou a vítima atingindo-o no peito. Após a agressão, o suspeito fugiu correndo.

Ferido, o adolescente tentou buscar ajuda junto com os amigos, mas acabou caindo no meio da rua. Testemunhas acionaram a Polícia Militar e uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que prestou os primeiros socorros à vítima. Ele foi encaminhado com ferimentos no tórax e no pescoço para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Leste, onde recebeu atendimento médico.

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POLÍCIA

Mulher se envolve em acidente e veículo pega fogo durante discussão com o namorado

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Na madrugada desta quarta-feira, (02), a Polícia Militar do Batalhão de Trânsito foi acionada para atender a uma ocorrência de acidente de trânsito na Avenida Uruguai, próximo à Avenida Abunã, no bairro Embratel, em Porto Velho. Segundo informações apuradas pela equipe de reportagem, uma mulher de 29 anos estava ao volante de um veículo e, durante uma discussão com o namorado, perdeu o controle da direção. O carro colidiu violentamente contra um poste de iluminação pública, o que ocasionou um incêndio no veículo.

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Equipes do Corpo de Bombeiros foram rapidamente acionadas e chegaram ao local para combater as chamas. No entanto, o veículo já havia sido completamente destruído pelo fogo. A motorista foi convidada a realizar o teste do bafômetro, mas se recusou a fazer o exame. Diante da situação, ela foi conduzida ao Departamento de Flagrantes para as devidas providências legais.

A Polícia Militar segue investigando as circunstâncias do acidente, e o caso será encaminhado para as autoridades competentes para que as medidas cabíveis sejam tomadas.

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POLÍCIA

TRAGÉDIA E NEGLIGÊNCIA MÉDICA: A História de uma mãe e a Perda do Filho Prematuro

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Em uma triste e dolorosa história de negligência médica, Josy Pimentel Daniel, de 25 anos, residente em Porto Velho, Rondônia, perdeu seu filho prematuro em um parto que ela descreve como repleto de erros médicos e falta de respeito. Natural do estado do Maranhão, Josy vivia em Porto Velho há quase um ano, quando descobriu que estava grávida de seu primeiro filho, em setembro de 2024. Porém, essa alegria logo foi marcada por dificuldades.

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Após a descoberta de que sua gravidez estava em risco, Josy passou por três internações no Hospital de Base de Porto Velho. A primeira delas, entre 24 de janeiro e 3 de fevereiro de 2025, a segunda de 13 de fevereiro a 5 de março e a última de 11 de março a 26 de março, todas devido a complicações graves, como perda de líquido amniótico e episódios de sangramento, diagnosticados como bolsa rota. Os médicos tentaram, ao longo das semanas, manter a gestação até que o bebê alcançasse 34 semanas, o que possibilitaria a realização de um parto seguro. No entanto, a situação se agravou.

Em 24 de março de 2025, Josy começou a entrar em trabalho de parto, com apenas 30 semanas e 2 dias de gestação. O bebê estava na posição pélvica, o que aumentava ainda mais os riscos, e havia pouco líquido amniótico. Os exames de ultrassom mostravam que ele estava sentado, uma posição que impossibilitava o parto normal. Mesmo assim, os médicos decidiram não realizar a cesárea, procedimento recomendado para esse tipo de situação. Em vez disso, Josy foi submetida a um parto normal, o que resultou em uma série de complicações.

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“Arrancaram meu filho de forma brutal, sentado, e o fizeram de maneira desrespeitosa”, conta Josy com lágrimas nos olhos. “Eles não quiseram fazer a cesárea, mesmo sabendo dos riscos. Meu filho nasceu roxo, quase sem vida. Ele teve a clavícula quebrada, o pescoço machucado. Foi uma cena terrível.”

Após o parto, o bebê foi imediatamente levado para a UTI neonatal, entubado devido a dificuldades respiratórias causadas pela prematuridade. “Ele viveu por 14 horas”, relata Josy, visivelmente abalada. “Ele reagiu, mas não resistiu. Ele foi arrancado de mim de uma forma tão violenta, que eu não consigo entender como isso pôde acontecer.”

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O relato de Josy é uma denúncia de negligência médica e desrespeito no tratamento de sua gestação. Ela conta que, além das graves falhas no atendimento, as profissionais de saúde se recusaram a fornecer informações essenciais sobre o caso. “Eles não quiseram entregar meus exames de ultrassom realizados no hospital. O nome das médicas envolvidas na negligência não consta nos documentos da denúncia que fizemos na ouvidoria do hospital”, afirma.

A denúncia foi formalizada, mas, segundo Josy, o hospital tem dificultado o processo. Os nomes da médica Camila Duran, residente Ana Paula e do diretor geral do Hospital de Base, Élcio, estão sendo mencionados nas queixas, mas até o momento não houve nenhuma resposta satisfatória sobre a investigação do caso.

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O episódio levanta questões sérias sobre a qualidade do atendimento médico em hospitais públicos, e a necessidade urgente de medidas para garantir que tragédias como essa não se repitam. A dor de Josy é uma lembrança do impacto devastador que a negligência pode causar, não apenas à saúde das mães, mas também à vida de seus filhos, que muitas vezes não têm a chance de sobreviver devido a falhas que poderiam ser evitadas.

Josy, agora em luto, busca justiça. “Eu quero que as pessoas saibam o que aconteceu com a gente. Não posso trazer meu filho de volta, mas espero que minha história sirva para que isso não aconteça com mais ninguém.”

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A situação exige uma resposta urgente das autoridades, para que casos de negligência médica sejam devidamente apurados e responsabilizados, e para que as famílias não passem por uma dor como a de Josy.

Fonte: Hora1Rondonia

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